Na final da Supercopa, entre o campeão da Copa do Brasil de 2020, o Palmeiras, e do Campeonato Brasileiro, o Flamengo, faltou o 10 em campo.
O Mengo ficou com o título na decisão por pênalti, 6 a 5, depois de um empate em 2 a 2 enquanto a bola rolou.
O jogo foi no domingo, dia 11 de abril, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, no Distrito Federal.
A decisão teve muita emoção, foi boa, quatro gols durante a partida e mais 11 na decisão por pênalti, mas faltou o meia, o camisa 10.
O meio-campista que define com um passe, vê a jogada com antecedência, que coloca o atacante na cara do gol, aquele clássico que toca a bola pra frente e não apenas aciona o companheiro que está ao lado.
Frente a frente os dois melhores elencos do futebol Sul-Americano, e alguns nomes interessantes do meio de campo que poderiam aparecer, como Diego, Arrascaeta, Everton Ribeiro, Rafael Veiga e Scarpa, mas estiveram longe do que considero ser criativo numa decisão.
Sei que Rafael Veiga marcou os dois gols do Palmeiras no jogo e de quebra converteu o seu pênalti na decisão, mas não falo sobre esse desempenho, muito importante, claro, me refiro a criação de jogadas no meio de campo, o abre o leque, o que coloca a defesa adversária em xeque.
Faltou a criatividade no meio de campo para as duas equipes.
A bola passou muito pelo meio de campo, ela rodou de um lado a outro, mas jogada de infiltração e passe pelo meio da zaga foram poucos, um deles resultou no gol do Verdão.